Dica_Imunidades-e-isenções-tributárias-diferenças-normativas.jpg

 

Criada em 2015, reforma volta a ser debatida para que texto seja enviado ao congresso

A reforma na cobrança do PIS/Pasep e Cofins à primeira vista apresenta um discurso interessante, no entanto, por trás da proposta de simplificação do pagamento: um grande reajuste.

Sugerida pelo então Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em 2015, a reforma que promete atingir em cheio o bolso dos empresários voltou a ser debatida. A mudança propõe que os setores atualmente cobrados pelo cumulativo, como as empresas de serviços por exemplo, passam a receber cobranças de tributos pelos não cumulativos.

Isso significaria que a alíquota que hoje está em 3,65% para este tipo de negócio, poderia chegar em 9,25% com a aprovação da reforma, ou seja, um aumento de 253%.

Para o vice-presidente Regional da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Rafael Sebben, a alteração poderá gerar um desemprego de 20% na área de tecnologia da informação, que emprega hoje cerca de um milhão de pessoas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia afirma que enquanto presidir a casa, não haverá votação de proposta para o aumento de impostos.

Como funciona

O PIS/Pasep e a Cofins atualmente são cobrados a partir dos regimes não cumulativo (para as empresas tributadas com base no lucro real) e cumulativo (para empresas tributadas pelo lucro presumido), além disso, existe a tributação específica para micro e pequenas empresas (Lei Complementar 123/06).

Hoje para a maioria das empresas de serviços, responsáveis por 70% da economia brasileira, a folha de pagamento é a geradora de grande parte dos custos. Por conta disso, contribuem com 0,65% de PIS e 3% de Cofins.

Já as empresas que são tributadas a partir de regimes não cumulativos, contribuem com um PIS  de 1,65% e Cofins de 7,6%, no entanto, registram como crédito o imposto que é pago por seus fornecedores.

Com a unificação dos tributos, o pagamento de impostos passará a valer na modalidade não cumulativa para as empresas de serviço e não haverá estorno nos percentuais dos tributos, já que as mesmas não possuem insumos que possam gerar este tipo de crédito.

Além da redução do time de funcionários, o aumento dos impostos deverá refletir em uma elevação de custos no setor de serviços. De acordo com a presidente do Conselho de Ensino Superior da Federação Interestadual de Escolas (Fenep), Amábile Pacios, a reforma provocaria um aumento médio de 6,57% no valor das mensalidades escolares.

 

Fonte: Câmara dos Deputados

 

Fotolia 94316921 S
 
Um planejamento estratégico está fadado ao fracasso se não vier acompanhado de um planejamento orçamentário, por isso, hoje vamos falar sobre como começar a implementar uma cultura de planejamento financeiro dentro de uma empresa e assim, passar a diminuir os custos.
 
Seu lucro sempre será resultado do que sobrar de seus gastos, certo? Portanto, se você gastar menos, obviamente, o lucro será maior. Mas a pergunta que todo o gestor faz é: como iniciar o processo de corte de custos?
 
A resposta é: comece planejando.
 
O primeiro passo é ter uma base de dados confiável. Com um software que auxilie no registro de todas as suas entradas e saídas seu planejamento fica mais sólido, afinal, informações corretas geram decisões mais assertivas.
 
O gestor nem sempre se interessa em controlar todos os gastos da empresa. No entanto, dentro de uma cultura de redução custos isso precisa mudar.
 
A análise de dados é fundamental na implementação de um planejamento orçamentário que vise a redução de gastos. Nesta análise você deve avaliar se o que a empresa gasta é realmente apenas o necessário para manter-se funcionando. A partir desta análise você pode definir um orçamento mínimo com o qual gostaria que a empresa operasse.
 
Pare e pense sobre qual seria o seu ideal de gastos.
 
Mas como trabalhar para que sua empresa chegue a este patamar? Nesta fase importante conhecer metodologias que podem ajudar você a administrar um orçamento implementando uma cultura de redução de despesas.
 
O método orçamento base zero, por exemplo, ajuda o gestor a definir quais gastos realmente fazem sentido. Ele propõe que gastos de anos anteriores sejam analisados e que se realize uma estratégia para os anos seguintes. Define-se então quais destas despesas realmente são necessárias para o próximo ano.
 
Após definir o método que será utilizado e alinhar o planejamento, hora de apresentá-lo para sua equipe. A melhor forma de fazer isso é mostrando que a redução de custos desencadeará alguns benefícios.
 
Mostre que ao eliminar despesas não fundamentais a administração terá mais recursos para investir no crescimento da empresa, e que ao final de cada ano a própria equipe poderá lucrar com isso através de um sistema de bônus. Afinal, uma empresa que gasta seu lucro com suas despesas jamais terá condições de distribuir uma remuneração variável.
 
Lembre-se: este processo deve ser implementado com muito cuidado e a longo prazo. Escolha pessoas que ajudarão você a incentivar sua equipe a absorver esta nova cultura dentro da empresa e não esqueça: ter softwares que auxiliem você neste processo é fundamental.
 
Para isso, você pode contar com a Solution. Entre em contato conosco através do e-mail:    O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  e saiba mais.
 

Fotolia_84721535_S.jpg

 

 

Não importa o quão agitado seja o seu dia, sem o mínimo de planejamento fica impossível conciliar suas atividades.

 

Você já percebeu que quando existe um planejamento tudo flui melhor?

 

Isso porque você sabe exatamente o que fazer depois de terminar determinada tarefa, isso ajuda a administrar melhor o tempo e aumentar a produtividade.

 

De coisas pequenas do nosso dia a dia à grandes mudanças, um planejamento é necessário em todos os momentos do nosso dia.

 

Entrando no embalos do final de ano, época de fazer um balanço tanto da área pessoal quanto da profissional e de refletir se a forma como estamos trabalhando está mesmo dando certo, a Solution preparou um material especial sobre o planejamento estratégico, algo essencial para pequenas e grandes empresas.

 

Dependendo da área de atuação da empresa, é necessário que se faça um planejamento mais do que uma vez ao ano.

 

E por onde começar?

 

Antes de traçar metas é preciso analisar se a forma de trabalho utilizada vem contribuindo para bons resultados. Portanto, reflexão é a palavra-chave para que se inicie qualquer planejamento.

 

O ideal, segundo Antônio Napole, vice-presidente da Kaiser Associates, é que você reúna

uma equipe com potencial para fazer as coisas acontecerem. Estas pessoas terão o papel de auxiliar você em todos os passos do planejamento.

 

Faça isso longe da correria do dia a dia.

 

Refletir sobre os pontos que merecem atenção em sua empresa não é uma tarefa que pode ser executada na correria do dia a dia. Ela deve ser feita fora da sua empresa e deve levar o tempo que for. Portanto, tire quanto tempo precisar com as pessoas que irão auxiliar você neste processo e lembre-se: planejamento estratégico só é desenvolvido quando você possui tempo para agir.

 

É imprescindível que o planejamento esteja acompanhado de uma análise de dados, por isso, faça uma análise métrica de dados que comprovem o bom desempenho ou ineficácia de determinados setores.

 

Feito isso, é hora de sonhar.

 

Descreva o futuro que você deseja alcançar. Feche seus olhos e imagine sua empresa com as características que você deseja que ela tenha. De acordo com Antônio Napole, este é um exercício importante já que não se pode planejar sem um objetivo.

 

Imagine que você está sendo entrevistado por alguém e comece a responder perguntas sobre a sua empresa, como a localização, número de filiais, número de funcionários, o funcionamento dos seus departamentos, quando você pretende faturar anualmente. Pense na sua empresa do futuro e descreva-a em detalhes.

 

Hora de colocar os pés no chão e identificar seus obstáculos.

 

O que você deve fazer para chegar até sua empresa do futuro? Comece a listar ações para resolver os problemas que devem surgir durante o processo.

 

Em resumo: reflita sobre a atual situação da sua empresa, idealize onde você quer chegar, identifique seus problemas e monte um plano de ação para que sua empresa possa chegar lá.

 

No final, são ações simples, mas que devem seguir uma ordem clara. A reatividade é importante, mas é o planejamento que indica o melhor caminho para atingir melhores resultados.

 

As ferramentas de gerenciamento são necessárias de todas as fases do processo. Sem ferramentas que indiquem a realidade dos setores da empresa e que auxiliem na tomada de decisões, o planejamento fica sem uma base sólida.

 

Publicações

« Agosto 2017 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31      

Lista VIP

Que receber conteúdos exclusivos produzidos por especialistas em gestão e negócios? Deixe seu e-mail abaixo que enviaremos em primeira mão pra você!

Facebook

Precisa de ajuda com a gestão da sua empresa? Converse com um de nossos consultores especialistas na sua área! É GRÁTIS. Clique aqui

Scroll to top