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O programa entra em vigor somente no próximo ano, mas é importante que as empresas comecem a se preparar para a série de mudanças que vem por aí

 

 

A chegada do eSocial trouxe consigo uma série de mudanças nas rotinas trabalhistas e na forma como as empresas executam seus processos internos. Mas você sabe o que exatamente muda com a chegada deste programa?

 

Basicamente, o eSocial é uma forma de tornar a fiscalização dos procedimentos empresariais mais rígida. Fique atento : se por acaso você apresentar informações inconsistentes em 2018, ano em que o programa entra em vigor, a Receita Federal poderá consultar o calendário dos últimos cinco anos em busca de irregularidades.

 

Para que se possa evitar dores de cabeça, antes de tudo é necessário que o gestor esteja bem informado. Por isso, separamos alguns pontos importantes que devem ser observados, olha só:

 

Admissão do trabalhador

 

Hoje, a admissão de um colaborador é enviada através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), até o dia sete do mês subsequente ao que ocorreu a movimentação do empregado.

 

O que muda: Com o eSocial, a admissão deve ser enviada até o final do dia que antecede o início da prestação de serviço do trabalhador contratado. A falta de registro do empregado sujeita o empregador à multa prevista no artigo 47 da CLT, que pode variar de R$ 402,53 a R$ 805,06 por empregado, dobrada por reincidência.

 

Alteração de dados cadastrais e contratuais

 

Uma fase importante do eSocial é o saneamento dos dados dos colaboradores. Essa etapa irá garantir que os dados dos funcionários estejam atualizados de acordo com as novas exigências do eSocial.

 

É responsabilidade do empregador informar as alterações existentes no contrato de trabalho e nos dados cadastrais do trabalhador durante a vigência do vínculo empregatício, como prevê o artigo 41, parágrafo único da CLT. O valor da multa por empregado pode variar de R$ 201,27 a R$ 402,54.

 

Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)

 

Segundo o artigo 168 da CLT, regulamentado pela NR (Norma Regulamentadora) nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é necessária a realização dos seguintes exames médicos nos empregados: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função e demissional. A não realização desses tipos de exames sujeita o empregador à multa pela infração ao artigo 201 da CLT. O valor, que é determinado pelo fiscal do trabalho, vai de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

 

Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

Quando o empregado sofre um acidente de trabalho, de acordo com os artigos 19 a 21 da lei nº 8.213/91, as companhias devem transmitir a CAT ao INSS, mesmo se o empregado não se afastar do trabalho.

O prazo de envio deste evento no eSocial é o mesmo de apresentação da CAT, ou seja, até o primeiro dia útil seguinte à ocorrência do acidente, ou imediatamente em caso de falecimento do trabalhador. Caso não aconteça a entrega desse documento, a multa pode variar entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, podendo dobrar de valor em caso de reincidência.

 

Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

De acordo com o artigo 58, da lei nº 8.213/91, as empresas são obrigadas a fornecer informações aos empregados expostos a agente nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física.

O intuito dessa documentação é comprovar que o empregado esteve exposto a um risco durante o exercício do trabalho. Dessa forma, dependendo do tipo do risco, ele terá direito à aposentadoria especial, ou seja, com menos tempo de contribuição para o INSS. O valor da multa em caso de descumprimento varia entre R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada de acordo com a gravidade da situação.

 

Afastamento temporário

 

Quando o colaborador se afasta (férias, auxílio-doença, licença-maternidade, dentre outros), isso impacta seus direitos trabalhistas e previdenciários e também suas obrigações tributárias. A falta dessa informação sujeita o contribuinte às sanções legais, especialmente à multa prevista no artigo 92 da Lei nº 8.212/9 que pode variar de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, sendo determinada pelo fiscal do Ministério do Trabalho.

 

 É importante que o gestor fique atento aos prazos, obrigações e regras impostas pelo eSocial. O projeto inicia em janeiro de 2018, mas o ambiente para testes está liberado. Por isso, inicie os processos, corrija o que deve ser corrigido, atualize e o que precisa ser atualizado e esteja pronto para receber o eSocial.

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Quando o número de saída dos colaboradores for elevado, é necessário descobrir o motivo. E pra isso, existe uma ferramenta pouquíssimo utilizada. Você já ouviu falar em entrevista de desligamento? Essa prática pode ser uma poderosa aliada na hora de reter funcionários e, consequentemente, diminuir o turnover na sua equipe.

 

Ao pedir pra sair ou em caso de demissão, as informações dadas pelo funcionário através da entrevista pessoal contribui para saber os reais motivos do desligamento. Os questionários usados para serem apenas preenchidos não são eficazes. Com a entrevista, as empresas aprendem com os funcionários.

Saber os motivos de um empregado decidir sair ou ficar mostra o que é preciso manter ou o que se deve mudar na organização. Com um processo de desligamento bem elaborado, é possível criar um fluxo de feedback constante. Nós já falamos sobre feedback aqui no blog.

 

Por que devo investir nesse método?

 

Não é novidade pra ninguém: os funcionários mais envolvidos e reconhecidos tendem a contribuir mais com a empresa e a possibilidade de partir é menor. Sendo assim, através de uma entrevista de desligamento bem executada, é possível ampliar a capacidade dos líderes de ouvir, revelar o que funciona ou não dentro da organização, destacar os desafios e as oportunidades ocultas e de quebra estimular a inteligência competitiva necessária.

 

Além disso, sinalizar aos empregados que as suas opiniões são relevantes para a empresa incentiva o comprometimento e aumenta a retenção. Isso pode ainda transformar funcionários que estão de partida em embaixadores da organização pelos próximos anos. Que tal? Afinal,  o programa estratégico de entrevista de desligamento é projetado para render benefícios contínuos e de longo prazo. Embora menos compreendido, esse pode ser um dos mais valiosos processos de gestão de talento.

Portanto, tenha sempre em mente que um processo de entrevista de desligamento eficaz cria mecanismos necessários para que as empresas aprendam sistematicamente sobre o seu recurso mais importante: o capital humano.

Pronto para colocar em prática?

 

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Seja qual for o perfil das empresas, a verdade é que a maioria das corporações atuais passam por processos de mudanças. O mundo corporativo é acostumado com a geração dos baby boomers - profissionais que permanecem na empresa, na maioria das vezes, do início da carreira até sua aposentadoria.  Mas hoje, as empresas se veem na obrigação de mudar o paradigma tradicional. E os principais responsáveis por essas mudanças drásticas são os cada vez mais exigentes Millennials ou Geração Y.

Por que as empresas não precisam temer a Geração Y?

A Geração Y, também chamada de Millennials, sofre um tipo de preconceito no atual universo corporativo. Isso porque são vistos como infiéis à empresa. Mas esses julgamentos equivocados  perdem a veracidade quando este quadro é visto de acordo com o atual cenário. Os paradigmas mudaram. Nas geração dos baby boomers, os profissionais eram leais ao extremo  às empresas. No caso dos Millennials, os profissionais esperam lealdade por parte das empresas e, com isso, trabalham de acordo com suas expectativas.

 

Como agregar valor a sua equipe com a Geração Y

 

Os millennials são constantes desafiadores. Essa característica é fundamental para inovar dentro das empresas. É um perfil inquieto, questionador e busca a todo instante por mudanças. Tais atitudes de extrema importância no âmbito de negócios, que por sinal, está cada vez mais dinâmico e competitivo.

 

Entenda os Millennials

 

  1. Não visam a remuneração: esse quesito é uma das maiores motivações dessa geração. Os millennials buscam qualidade de vida e flexibilidade. Por isso, preferem ganhar tempo na vida pessoal e não se importam em ganhar menos.

  2. Eles buscam fazer a diferença sempre: se envolvem com o trabalho de maneira rápida, sabem dos seus desafios e querem mostrar resultados da forma mais rápida possível para fazer a diferença.

  3. São extremamente informados: não é pra menos, certo? Afinal, é a geração filha da Era da Informação. Estão a todo instante conectados em redes sociais, pessoas, ideias e informações variadas sobre todos os assuntos. Para ter acesso a todo esse conhecimento, é importante saber lidar com toda essa informação. Por isso, é importante ter um mentor.

  4. São adeptos ao trabalho colaborativo: não priorizam a hierarquia. São adeptos de um modelo no qual todos participem e trabalhem em conjunto. Isso faz com que atinjam o resultado final de maneira rápida e satisfatória. Esse modelo é uma tendência nas empresas, afinal, é muito importante trabalhar como uma rede.

  5. O trabalho faz parte de suas identidades pessoais: essa geração não trabalha somente para garantir o sustento. Eles precisam estar alinhados com seus objetivos e crenças pessoais, pois o trabalho dá significado em suas vidas.

 

Agora que você já conhece esse perfil, que tal investir em Millennials para agregar valor a sua equipe?

 

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